Monza: o prazer da velocidade. O circuito de Monza desperta a paixão dos italianos: em 1998, o organização quis reduzir a curva Di Lesmo, matando o fascínio que esta sempre provocou nos pilotos e nos adeptos. Os "tiffosi" não deixaram...
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E de facto, de 1950 a 1998, apenas por uma ocasião (1980, em Imola) o Grande-Prémio de Itália se disputou fora de Monza... |
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Ao longo dos anos, Monza chegou a ter 10 quilómetros de comprimento, aproveitando o enorme e perigoso anel que provocou a ira dos pilotos não italianos, em 1957, dado o risco inerente a um circuito praticamente sem curvas, rodado a velocidades espantosas.Tragicamente, quatro anos depois, o Ferrari do alemão Von Trips derrapou na curva parabólica, matando onze espectadores e morrendo na sequência dos ferimentos. |
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Os acidentes mortais, de resto, têm sido frequentes. Em 1965, o suíço Spychiger esbarrou violentamente na mesma curva, ao passo que, em 1978, foi "necessária" a tragédia de Ronnie Peterson para despertar as consciências para as medidas de segurança. Todavia, Monza tem superado os dramas com energia, e, na memória do público, perpetua-se a visão de milhares de bandeiras da Ferrari, sempre que os bólides vermelhos ganham a prova. |
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Acusada de destruir o ambiente, em 1989, a administração do circuito não hesitou e, por cada árvore arrancada, plantou três. Também por isso Monza é especial... |