De 1968 - ano em que a publicidade foi autorizada nos bólides de Fórmula 1 a 1999, muito mudou nas finanças da modalidade. E se, nos anos 70 e 80, nenhuma marca dispensava o apoio financeiro das tabaqueiras, hoje é inquestionável que existe uma vasta pressão governamental para impedir a publicidade ao tabaco. Para já, seis "escuderias" disseram não ao fumo...
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Os primeiros anos da Fórmula 1 foram épocas de grandes dificuldades para a generalidade dos construtores, que sobreviviam à custa de muita "carolice", do apoio de alguns mecenas e de pequenos acordos com fornecedores de motores e acessórios. No final da década de 50, porém, e com as exigências crescentes da competição, surgiram os primeiros apelos à FIA no sentido da liberalização dos bólides. A Fórmula 1 pode gabar-se mesmo de Ter sido uma das primeiras modalidades a relacionar-se com a publicidade, antes do próprio futebol... |
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Em 1968, e depois de muita pressão dos construtores, a Lotus foi autorizada a negociar o patrocínio dos seus carros com a Gold Leaf (tabaco) por 100 mil libras durante três anos. Pela primeira vez, os carros de Colin Chapman trocaram o seu tradicional verde pelo vermelho e branco da tabaqueira... Um ano depois, a BRM aceitou a proposta dos cosméticos Yardley para uma "sponsorização" por dois anos, trocando igualmente as cores-padrão dos seus carros. Definitivamente, a identificação dos bólides pelas cores de cada país (vermelho para Itália; verde para a Inglaterra; prata para a Alemanha) terminara, à excepção da Ferrari, que nunca trocu o seu vermelho-sangue. |