Os anos 70, dada a liberalização total dos acordos comerciais, foram marcados pelo regresso dos pequenos construtores quase sempre estimulados por acordos mirabolantes. O caso de Frank Williams, que chegou a pintar os seus carros de um horrível azul marinho e que chegou a ter 15 logotipos num bólide (entre os quais a infantil Chicco e a Saudi Airline, escrita em árabe), é exemplar.
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A March inaugurou, em 1971, a ideia do piloto de fábrica pagante, através do rico espanhol Alex Roig, filho de um cirurgião madrileno. Em 1972, por outro lado, a Tecno não teve outro recurso senão apelar à Martini, que injectou 1,4 milhões de libras a troco da exposição total do seu logotipo nos carros de Galli e de Bell... |
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Nesta década, as marcas vencedoras iniciaram uma lucrativa exploração à escala europeia dos seus sucessos. Assim, enquanto os chás Brooke Bond Oxo fizeram uma discreta menção à vitória do seu Surtees no Mundial de 71, a Elf não teve mãos a medir para publicitar em 12 países europeus o facto de o bólide de Jackie Stewart ter sido o primeiro a vencer utilizando um óleo de síntese. |