Completam-se neste 1º de Maio, 18 anos após o desaparecimento de Ayrton Senna, naquele que foi o fim de semana mais negro da história da Fórmula 1.
O traçado de Imola foi o mais negro da história da Fórmula 1,
começando com o acidente de Rubens Barrichello, a morte de Roland
Ratzenberg nos treinos de sábado e os incidentes na largada com
Pedro Lamy e JJ Lehto, um na box…e claro, o falecimento de Ayrton
Senna.
Apesar dos dezoito anos passados, a morte de Ayrton Senna está
ainda muito fresca para todos aqueles que seguiram aquele GP em
Imola. Se hoje fosse vivo, Ayrton Senna teria 52 anos e muito
provavelmente teria mais do que os três títulos mundiais, mais
quarenta e uma vitórias, mais de oitenta pódios e mais sessenta e
cinco pole-positions.
Falar de Ayrton Senna é fácil, mas também um grande exercício de
memória, porque foram muitos os momentos mágicos, como a estreia
com a Toleman, a primeira vitória no Estoril em 85, as batalhas com
Alain Prost, ou aquela corrida de Donington…enfim.
O "Mágico" nunca será esquecido, porque alguém tão grande…é
simplesmente imortal.