O primeiro carro de Fórmula 1 da Renault, que incorporava um motor turbo projectado por Bernard Dudot, fez a sua estreia no GP da Inglaterra de 1997 com Jean Pierre Jabouille ao volante, depois da marca francesa ter pedido ao então presidente da FOCA, Bernie Ecclestone, permissão para participar da corrida. Jabouille classificou o carro, o RS01, na 21ª posição, apesar de ter estourado um turbo durante a primeira sessão de treinos.
A Renault participou em mais 4 Grandes Prémios em 1977, na Holanda, Itália, EUA e Canadá, mas não terminou nenhum deles por causa de vários problemas com o carro.
Mas o sucesso da marca francesa como construtor teve o seu clímax durante a temporada 1983, quando Prost venceu 4 provas e conseguiu chegar em segundo no campeonato de pilotos, apenas dois pontos atrás do campeão Nelson Piquet, enquanto a equipa também foi vice no Mundial de Construtores, ficando atrás da Ferrari.
Depois de perder o seu piloto principal, Alain Prost, para a McLaren, as duas últimas temporadas da equipa como construtora completa, 1984 e 1985, não foram bem sucedidas e trouxeram aparições esporádicas nos pódios, que levaram a equipa ao quinto e ao sétimo lugar nos campeonatos de construtores destes anos, respectivamente.
Embora a Renault tenha se retirado como equipa completa após a temporada 1985, fornecia o seu motor turbo à equipa Lotus a partir do começo daquele ano e esta parceria trouxe sucesso, pois os pilotos da Lotus, Ayrton Senna e Elio de Angelis, venceram 3 corridas. O acordo com a Lotus continuou para 1986, mas Senna só conseguiu duas vitórias naquela temporada.
Mas após a temporada 1997 a Renault uma vez mais decidiu sair completamente da F1, afirmando que havia conquistado tudo que precisava conquistar. Esta decisão, no entanto, durou pouco e a marca francesa entrou em negociações para comprar uma equipa já existente na F1 ainda em 1999. No final acabou por comprar a equipa Benetton no começo de 2000, por uma quantia aparentemente na casa dos US$70 milhões.